Haverá dúvida ?
Não tenho procuração para criar textos negativos ou indutores de má auto-estima, capazes de se tornarem em mais uma pequena erva daninha nas milhentas que em nada servem a humanidade. Muito menos para mim próprio ou para os meus parcos e pacientes leitores. Mas:
- Não há dúvida de que a sociedade universal está a andar a um ritmo demasiado acelerado. E, não foi preciso buscar essa ideia da crise financeira mundial, na crise petrolífera e especulativa, ou na falta de oportunidades que este país não oferece, basta ver o ritmo da decadência.
- Não há dúvida que, do ponto de vista profissional a estabilidade terminou (se alguma vez existiu ?), e de que o que é não é. Também, aqui a decadência está presente, o que é fácil constatar não só pelo significativo aumento do desemprego, mas especialmente pela incapacidade de, com os mais que muitos meios disponíveis, o mundo "desenvolvido" deixar escapar a oportunidade de tornar o outro mundo, à sua volta, mais parecido consigo próprio e por conseguinte mais agradável de viver e conviver. Que falhanço!
- Não há duvida, igualmente, de que o mundo dos negócios, da criação e da verdadeira distribuição sustentada no todo e nas partes, já foi. Vale o preço, ou a capacidade de distribuição massiva e a influência nos mercados. Ao nível local, quase sempre este aspecto reveste-se de avanços e recuos, sendo os segundos mais significativos do ponto de vista qualitativo, e mesmo quantitativo. Até o marketing perdeu o encanto!
- Não há dúvida que do ponto de vista social, a sociedade está mais frágil no seu todo, mais desligada e egoísta, menos fraterna e solidária, ao mesmo tempo que se percebe que muito rapidamente caminha para a desintegração ao estilo decadente de impérios antigos. Vive-se o dia a dia como se fosse o ultimo dia, e raros são os gestos de amor pelo próximo, de partilha descomprometida, e a liberdade começa a ficar ameaçada. Verdade.
- Não há dúvida que no ciclo de vida deste produto, que é o homem, inquestionavelmente, a curva é descendente e está mais acentuada do que seria de prever, mesmo mais do que a do Persil. Como se tornou impossível prever o dia de amanhã? Incrível.
- Não há dúvida de que a sociedade universal está a andar a um ritmo demasiado acelerado. E, não foi preciso buscar essa ideia da crise financeira mundial, na crise petrolífera e especulativa, ou na falta de oportunidades que este país não oferece, basta ver o ritmo da decadência.
- Não há dúvida que, do ponto de vista profissional a estabilidade terminou (se alguma vez existiu ?), e de que o que é não é. Também, aqui a decadência está presente, o que é fácil constatar não só pelo significativo aumento do desemprego, mas especialmente pela incapacidade de, com os mais que muitos meios disponíveis, o mundo "desenvolvido" deixar escapar a oportunidade de tornar o outro mundo, à sua volta, mais parecido consigo próprio e por conseguinte mais agradável de viver e conviver. Que falhanço!
- Não há duvida, igualmente, de que o mundo dos negócios, da criação e da verdadeira distribuição sustentada no todo e nas partes, já foi. Vale o preço, ou a capacidade de distribuição massiva e a influência nos mercados. Ao nível local, quase sempre este aspecto reveste-se de avanços e recuos, sendo os segundos mais significativos do ponto de vista qualitativo, e mesmo quantitativo. Até o marketing perdeu o encanto!
- Não há dúvida que do ponto de vista social, a sociedade está mais frágil no seu todo, mais desligada e egoísta, menos fraterna e solidária, ao mesmo tempo que se percebe que muito rapidamente caminha para a desintegração ao estilo decadente de impérios antigos. Vive-se o dia a dia como se fosse o ultimo dia, e raros são os gestos de amor pelo próximo, de partilha descomprometida, e a liberdade começa a ficar ameaçada. Verdade.
- Não há dúvida que no ciclo de vida deste produto, que é o homem, inquestionavelmente, a curva é descendente e está mais acentuada do que seria de prever, mesmo mais do que a do Persil. Como se tornou impossível prever o dia de amanhã? Incrível.
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LCM