Recordando M. A.
Dentro daquele princípio, que perfilho, de que devemos festejar cada dia, a nossa passagem, a aprendizagem, o conhecimento, a amizade, que em cada dia devemos sorrir um pouco mais, que devemos sentir o sol e a influência das outras estrelas, e nelas podem contar-se as nossas mulheres ou todos aqueles que amamos, dentro desse principio, que perfilho descaradamente, hoje s into que deveria festejar sobre o que ouvi de Machado de Assis. De facto, não sou grande leitor desse mestre, e confesso já nem me lembrar do que escreveu sob auspícios de sublime e mestria. Recordo a critica a Eça e a semelhança da intenção , não muito diferente desta. Recordo muito pouco mesmo e dou conta disso com a vergonha que a situação requer, não porque me envolva em qualquer altruísmo literário, mas apenas porque sendo um apaixonado por Eça não o conheci no espelho, mesmo sendo fosco. Viva, então, M.A. e que dele se continue a orgulhar a nação brasileira, desse filho de mestiço afro e de portuguesa de fraca ...