Santos e santos à boa vida

O mês de Novembro começou com um dos mais efusivos dias do ano, o dia de todos-os-santos. Afinal, o dia dos que fazem bem e que não necessitam do reconhecimento a Santa Sé para ganharem um qualquer epíteto, uma cognome ou dia feriado. Pena é que não hajam por aí muitos santos. Problema de virtudes, onde fé, honra, moral, postura e educação estão postas um pouco à margem numa sociedade global onde o que conta é o lucro e a inevitável palavra "ter". TER tornou-se melhor do que SER, o que nos coloca a questão de ser melhor e, se assim não for, como chegámos a este ponto e como dele podemos sair.
Pano para mangas, como diz o ditado, e não o povo, que, afinal, muito pouco diz deste estado de coisas ou antes o reclama e apoia com a normal ignorância que o caracteriza. Verdade! Povo e ignorância foram sempre aliados fortes que jamais se desfazerão.
Pois, começou o mês com esse dia em que o povo, sem perceber bem porquê, compra florezinhas e, regra geral, faz a marchazinha que o dia seguinte reclama. São viagens anuais, ao campo da saudade (bonito nome que registei do cemitério de Lagoinha, Ceará, Brasil), quase sempre curtas porque os tempos já não são de idas à terra, ou a terra já não existe. São viagens sentidas, creio.
Nesse dia primeiro, o povo sai à rua, não para revolucionar e alterar o mundo, antes para o glorificar na dimensão que cada um o vê, quase sempre pequenino, atamancado na estupida ignorância, revisto no magazine dos céus!
Pano para mangas, como diz o ditado, e não o povo, que, afinal, muito pouco diz deste estado de coisas ou antes o reclama e apoia com a normal ignorância que o caracteriza. Verdade! Povo e ignorância foram sempre aliados fortes que jamais se desfazerão.
Pois, começou o mês com esse dia em que o povo, sem perceber bem porquê, compra florezinhas e, regra geral, faz a marchazinha que o dia seguinte reclama. São viagens anuais, ao campo da saudade (bonito nome que registei do cemitério de Lagoinha, Ceará, Brasil), quase sempre curtas porque os tempos já não são de idas à terra, ou a terra já não existe. São viagens sentidas, creio.
Nesse dia primeiro, o povo sai à rua, não para revolucionar e alterar o mundo, antes para o glorificar na dimensão que cada um o vê, quase sempre pequenino, atamancado na estupida ignorância, revisto no magazine dos céus!
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